
Graças ao novo protagonismo do governo Lula no cenário mundial, com assessoria direta de Celso Amorim e do chanceler de facto o professor Marco Aurélio Garcia, o Brasil recebeu a ilustre visita do líder máximo do Irã, o também reeleito Mahmoud Ahmadinejad. O Brasil também foi visitado pelos presidentes da República Tcheca e de Israel, mas estes não foram convidados pelo governo Lula.
Descontente com o apoio de Obama às eleições em Honduras, às propostas concretas de redução de emissões de gases e sobre os acordos realizados para o combate ao narcotráfico na Colômbia, o Dr. Marco Aurélio Garcia respondeu carta que Obama escrevera a Lula.
Objetivo e contundente, comentou que a política de Obama tem um gosto de decepção, contrariando a orientação chavista de boicote e rejeição de eleições em Honduras, contrariando a simpatia do governo Lula, Chávez e aliados pelas FARC - que os EUA consideram "narcoterroristas" e os chavistas, lulopetistas e demais companheiros bolivarianos consideram "forças insurgentes" corajosas e valentes.
O governo americano, ao fixar metas concretas sobre dados reais de 2005, ainda está desmoralizando os objetivos lulopetistas de prometer reduções sobre aumentos ainda maiores estimados para 2020. Lula e seus assessores ainda têm muito a ensinar ao jovem Obama.

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