Nosso governo progressista apóia o socialismo bolivariano do século 21 e repudia as eleições de Honduras. Como no Brasil, na Venezuela do chefe Chávez, na Bolívia, no Equador e Cuba, sem reeleição infinita ou sucessão de iguais, parentes ou copartidários, não é democracia. Este é o motivo pelo qual nossa Diplomacia com D maiúsculo, dentro do novo protagonismo do Brasil liderado pelo Filho do Brasil, herdeiro de Jesus Cristo e colega de Deus, somente reconhece as reeleições de amigos e aliados como Ahmadinejad, Chávez, Morales, Castro, Correa, Lugo, Kirchner e Ortega. Os demais são reacionários, elitistas, conservadores e neoliberais, portanto não fazem parte da democracia lulopetista bolivariana.
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