Não satisfeito com a aprovação popular, construiu Brasília e transferiu a capital da República do Rio de Janeiro para o Planalto Central.
Acusado de corrupção, desvios, ideologia, fofocas sobre a família dele, etc., ele construiu estradas, trouxe investimentos das multinacionais, e como todo entreguista, gerou centenas de milhares de empregos logo nos primeiros meses da sua ditadura militar.
Ah, isso foi em 1956, o capitão-médico chamava-se Juscelino Kubitschek, militar que chegou a tenente-coronel. Fez o Plano de Metas dos famosos "50 anos em 5", e a economia cresceu a 7,9% ao ano, e seu partido era o PSD, não PSL.
Juscelino, primeiro a partir da esquerda.
Agora, a situação é semelhante, e os seguidores da Presidenta estão na Resistência.
Sofremos um golpe atrás do outro.
Depois do 'impeachment' de nossa Presidenta, nosso Líder Supremo foi violentamente encarcerado, jogado numa masmorra repugnante em Curitiba.
Depois, a Democracia foi derrotada nas eleições, apesar dos esforços bilionários na campanha, na grande mídia e na máquina pública e no TSE.
Mesmo com a acusação de Fake News feita pela PGR e pelo TSE aos eleitores da direita, com advertências explícitas e ameaça de prisão feita pelo antigo ministro Raul Jungmann, o Capitão venceu e agora temos mais uma Ditadura Militar.
Bolsonaro colocou militares em diversos ministérios e órgãos públicos, confirmando que estamos numa Ditadura Militar outra vez.






