Nossa presidenta foi impichada em um golpe parlamentar e jurídico. Esse golpe, aplicado durante processo sumário de apenas 5 meses, durante os quais foi privada de sua liberdade no Palácio do Planalto, obrigada a ficar confinada no Palácio do Alvorada, nas residências em Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e nos hotéis durante suas humildes viagens de helicópteros, jatos e comitivas de limusines blindadas, sem direito a defesa antiaérea - apenas a defesa parlamentar, jurídica e política.
Esse golpe, caracterizando um regime opressivo capitalista de democracia burguesa, privou Dilma Rousseff de seus direitos de mando, comando, uso, usufruto e saque do governo, mantendo apenas todos os demais direitos políticos e civis.
Portanto, nada mais natural do que procurar asilo político em países comandados por líderes socialistas, bolivarianos e/ou comunistas, portanto companheiros.
Em sua viagem ao Uruguai, a presidenta do Brasil costurou alianças para uma retirada estratégica para fugir da justiça burguesa, da lei de democracias capitalistas e da polícia opressora que porventura venha a buscá-la. O filho do Grande Chefe e Líder, Luiz Cláudio Lula da Silva, já está instalado em alto cargo internacional que os companheiros arrumaram para ele no Uruguai.
A única preocupação é com a Justiça burguesa do Uruguai, que ainda insiste em criminalizar atos bolivarianos do companheiro Mujica, prejudicando a imagem dele e de seus amigos, inclusive do Grande Líder Lula e da presidenta Dilma. Se os processos recentemente iniciados contra o companheiro Mujica. Nesse caso, nossa Presidenta e os companheiros deverão pedir asilo político em democracias como Cuba e Rússia, países que o nosso Grande Líder deverá visitar em dezembro, se a ditadura golpista de Michel Temer permitir.
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