Dilma como quase-doutora em Economia, dava aulas de marxismo, e Marx já dizia que Religião é o ópio do povo. Esse é o motivo pelo qual o PT, os membros do Foro de São Paulo e o comunismo maoísta stalinista têm como objetivo expurgar a religião, extirpar os democratas e aplicar o aborto como política de governo. Na China de Mao, não só o aborto foi amplo, geral e irrestrito, como também os expurgos, a fome e o suicídio - herança que perdura até os dias atuais - faz parte do controle da natalidade.
A militância já sabe que, mesmo a favor do aborto amplo, geral e irrestrito, agora a estratégia para o segundo turno é culpar o Serra, que assinou uma norma quando foi Ministro da Saúde, regulamentando os procedimentos para mulheres vítimas de violência. Nessa norma não aparece a palavra aborto, e na época já havia legislação permitindo o aborto em situações extremas. A norma do Serra tentou limitar essa possibilidade e fala em respeitar os valores religiosos e morais, mas a militância está instruída para esconder esse fato e tentar chamar Serra de abortista. O PT está proibido de comentar que a norma que Serra assinou foi reeditada pelo Governo Lula e a frase "valores religiosos e morais" foi substituída por "crenças e sistemas de valores morais". Para o governo petista, valores religisosos são somente crenças, e aborto, para Dilma, é só para quem estiver querendo abortar.
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